A música e a letra do Hino Quadrangular são de autoria da fundadora da igreja, Aimée Semple McPherson. A tradução da letra foi feita por um dos pastores do início da obra no Brasil. A história do Hino conta com duas curiosidades: Ele foi publicado em 1955, só a partir da quarta edição do hinário oficial da Cruzada Nacional de Evangelização, departamento da IEQ entre os anos de 1952 e 1954. Na primeira tradução, constava a palavra “tendas” na segunda estrofe do hino. Recentemente, a palavra “tendas” foi substituída por “templos”.
Verso 1
Eia, salvos, avançai
/ Nada de temer
/ Vamos firmes batalhar
/ Prontos pra vencer
Vai conosco, ó General
/ Nosso bom Jesus
/ Ele nos dará vitória pela cruz
Refrão
Avante, pois, e sem parar
/ O Evangelho anunciar
/ O Evangelho Quadrangular
De Deus o nosso eterno Pai
/ Pois Cristo salva, o pecador
/ Para que seja um bom cristão
Cura, também, a sua dor
/ Qualquer doença e aflição
/ Com Seu poder quer batizar
Do céu virá pra nos levar
/ E com Ele nós havemos sempre de reinar
Verso 2
Vamos templos levantar
/ Por todo o Brasil
/ A pregar sem descansar
/ Nosso Rei gentil
Vamos missionários ser
/ Todos, todos nós
/ Transmitindo com prazer de Deus a voz
A letra do hino nacional do Brasil foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e a música é de Francisco Manuel da Silva (1795-1865). Tornou-se oficial no dia 1 de setembro de 1971, através da lei nº 5700. Existe uma série de regras que devem ser seguidas no momento da execução do hino. Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional. É executado em determinadas situações, entre elas: cerimônias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos esportivos internacionais.
Parte I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
/ De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos / Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
/ Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade /
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
/ De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido / A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza /
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada / Entre outras mil / És tu, Brasil / Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil /
Pátria amada,
Brasil!
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido / Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América /
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida / Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida"
/ "Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
/ O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula / "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte /
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada /
Entre outras mil /
És tu, Brasil / Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil /
Pátria amada,
Brasil!
Em janeiro de 1890, o governo provisório do Marechal Deodoro da Fonseca lançou um concurso visando a oficialização de um novo hino para o Brasil. Com isso, o Teatro Lírico do Rio de Janeiro foi palco da disputa que acabou sendo vencida por José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque (1867 – 1934) (letra) e Leopoldo Miguez (1850 - 1902) (música).
Seja um pálio de luz desdobrado/
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
/ Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
/ De esperança, de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
/ Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
/ Abre as asas sobre nós!
/ Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Nós nem cremos que escravos outrora
/ Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
/ Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
/ Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro/
Brilha, ovante, da Pátria no altar!
Liberdade! Liberdade!
/ Abre as asas sobre nós!
/ Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Se é mister que de peitos valentes
/ Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
/ Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos / É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
/ Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!
/ Abre as asas sobre nós!
/ Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Do Ipiranga é preciso que o brado
/ Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado / Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
/ Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante /
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!
/ Abre as asas sobre nós!
/ Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
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